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sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

"sungrazer" Cometa Lovejoy


Um filme de lapso de tempo retirado da Estação Espacial Internacional mostra uma vista brilho do horizonte da Terra na madrugada de 21 de dezembro. Ele apresenta uma visão orbital de tempestades com raios, estrelas, airglow ... eo aparecimento dramático de "sungrazer" Cometa Lovejoy, uma vez que se eleva acima da atmosfera!Incrível!


Descoberto em 2 de dezembro pelo astrônomo amador Terry Lovejoy, na Austrália, o Cometa Lovejoy recentemente sobreviveu a sua  passagem próxima do Sol , viajando por corona do sol e reaparecendo pouco depois do lado oposto. Ela havia sido antecipado que Lovejoy se desintegraria durante abordagem ... parece que este viajante interplanetário recém-descoberto é mais difícil do que pensávamos!

As imagens para o lapso de tempo foram tiradas por ISS Expedition 29/30 Comandante Dan Burbank, que então descreve sua visão privilegiada de Lovejoy de órbita baixa da Terra.


Apesar de não ser exatamente conhecida, acredita-se núcleo Lovejoy deve ser de pelo menos 500 metros (1.640 pés) de diâmetro, a fim de que ele tenha sobrevivido periélio, a sua maior aproximação ao sol.






Sua cauda brilhante, à chegada, foi perdido, pois arredondado do sol, mas reapareceu durante a sua viagem para o exterior. O que é visto no vídeo acima é a sua cauda nova, que agora precede-la como ela se move para longe do sol.



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NOTA: Este vídeo loops 3 vezes. 
Comet Lovejoy sobrevive o seu encontro com o sol. O cometa é visto aqui saindo de trás do lado direito do sol, após uma hora de viajar através de sua maior aproximação ao sol. Ao estudar como o cometa interage com a atmosfera do Sol, a coroa, e como material de os movimentos da cauda ao longo das linhas do sol do campo magnético, os cientistas solares esperam aprender mais sobre a corona. Este filme foi filmado pelo Dynamics Solar Observatory (SDO) em 171 Angstrom comprimento de onda, que normalmente é mostrado em amarelo. Crédito: NASA / SDO

Esta manhã, uma armada de naves espaciais testemunhou algo que muitos especialistas consideravam impossível.Cometa Lovejoy voou através da atmosfera quente do sol e emergiu intacta. "É absolutamente espantoso", diz Karl Battams do Laboratório de Pesquisa Naval em Washington DC. "Eu não acho núcleo gelado do cometa era grande o suficiente para sobreviver mergulhando através da corona grau vários milhões de solar para perto de uma hora, mas Cometa Lovejoy ainda está conosco." encontro próximo do cometa foi registrado em pelo menos cinco espaçonaves: NASA Solar Dynamics Observatory e sondas STEREO twin, microssatélites da Europa Proba2, eo Observatório ESA / NASA Solar and Heliospheric. As filmagens mais dramático até agora vem de SDO, que viu o cometa ir (abaixo) e depois voltar de novo (acima).
Cometa Lovejoy - Vista da Abordagem Solar

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NOTA: Este vídeo loops 3 vezes. 
Outro instrumento para assistir o cometa foi o Solar Dynamics Observatory (SDO), que ajustado suas câmeras, a fim de assistir a trajetória. Não só essa ajuda com o cometa pesquisa, como o tamanho do cometa é eo que é feito de - mas também pode ajudar a orientar os instrumentos de SDO. Desde que os cientistas sabem onde o cometa é baseada em outras espaçonaves, eles podem finamente determinar a posição dos espelhos do SDO. Este filme de SDO da noite de 15 de dezembro de 2011 mostra Cometa Lovejoy se movendo em direção ao sol. Crédito: NASA / SDO

Nos filmes SDO, a cauda do cometa se contorce freneticamente enquanto o cometa mergulha na atmosfera quente do sol apenas 120,000 km acima da superfície estelar. Este poderia ser um sinal de que o cometa foi golpeada por ondas de plasma percorrendo o corona. Ou talvez a cauda estava indo e voltando off grandes loops magnéticos conhecidos a permear a atmosfera solar. Ninguém sabe. "Isto é tudo novo", diz Battams. "SDO está nos dando nosso primeiro olhar cometas viajando através da atmosfera do sol. Como a interagem dois é pesquisa de ponta." "Os movimentos dos materiais cometa no campo magnético do sol são simplesmente fascinante", acrescenta SDO projeto cientista Dean Pesnell do Centro de Vôo Espacial Goddard. "As mudanças bruscas de direção me lembrou de como o vento solar afetou a cauda do cometa Encke em 2007 ( ver filme ). " Essas duas imagens foram tiradas pelo Observatório Solar e Heliosférico (SOHO) e cometa mostram Lovejoy indo na direção do sol (topo) e depois emergentes de volta para o outro lado (parte inferior).Crédito: NASA / SOHO> imagem maior top> imagem de fundo AmpliarCometa Lovejoy foi descoberto em 02 de dezembro de 2011, pelo astrônomo amador Terry Lovejoy, da Austrália. Os pesquisadores logo perceberam que a nova descoberta era um membro da família de cometas sungrazing Kreutz. Homenagem ao astrônomo alemão Heinrich Kreutz, quem primeiro estudou-os, sungrazers Kreutz são fragmentos de um cometa gigante único, que partiu de volta ao século 12 (provavelmente o Grande Cometa de 1106).Sungrazers Kreutz são tipicamente pequenas (~ 10 metros de largura) e numerosas. O Observatório Solar e Heliosférico vê uma queda para o sol todos os dias. Na época da descoberta, o Cometa Lovejoy parecia ser pelo menos dez vezes maior do que o usual sungrazer Kreutz, em algum lugar no intervalo de 100 metros a 200. À luz dos acontecimentos de hoje, os pesquisadores estão re-pensar nesses números. "Eu acho que o núcleo do cometa deve ter sido pelo menos 500 metros de diâmetro, caso contrário, não poderia ter sobrevivido tanto de aquecimento solar", diz Matthew Knight. "Uma fração significativa de que a massa teria sido perdido durante o encontro. Os restos são provavelmente muito menor."SOHO e sondas gêmeas STEREO da NASA estão monitorando o cometa, uma vez que se afasta do sol. Ainda é muito brilhante e deve permanecer na faixa de câmeras a naves espaciais "por vários dias para chegar. O que acontece depois é uma incógnita. "Existe ainda a possibilidade de que o Cometa Lovejoy vai começar a se fragmentar", continua Battams. "É sido através de um evento extremamente traumático; estruturalmente, pode ser extremamente fraco Por outro lado, ele poderia manter-se coesa e desaparecem de volta para os recessos do sistema solar.." "É difícil dizer", concorda Knight. ".. Tem sido um trabalho tão pouco sobre o que acontece com os cometas sungrazing após periélio (maior aproximação) Este continua a ser fascinante" Para a mídia adicional de jornada Cometa Lovejoy, por favor visite:http://www.nasa.gov/mission_pages/ sunearth news / / faixa-comet.html


segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Roupas com antenas ajudam a melhorar o sinal de transmissão

Novidade em testes nos Estados Unidos alega possuir sinal quatro vezes maior que as antenas comuns.

Cientista segura um dos protótipos da nova antena de comunicações. (Fonte da imagem: Cortesia da Universidade do Estado de Ohio)
Pesquisadores da Universidade de Ohio parecem estar realmente ocupados com suas máquinas de costura. Isso porque eles acabaram de desenvolver um novo design de antenas que vai inserido dentro das roupas e possui um alcance quatro vezes maior que as atuais usadas pelos soldados.
O protótipo utiliza uma capa plástica e fio metálicos para se fixar dentro da vestimenta. Contudo, seu uso ainda não está muito específico. Inicialmente a tecnologia será usada em um campo militar, melhorando a comunicação dos soldados, mas no futuro pode ter aplicações em diversas outras áreas, afirmou um dos cientistas.
Quanto ao funcionamento, o sistema é capaz de enviar e receber sinais de forma multidirecional. Ela possui um controle que identifica a antena melhor localizada para a transmissão de acordo com a posição do corpo e a ativa. O sinal também é capaz de sobrepor paredes e construções.
A ideia de esconder antenas não é novidade, afinal basta lembrar-se dos primeiros celulares que possuíam antenas externas em relação aos atuais que fazem questão de escondê-las. Quem sabe nessa evolução não veremos a próxima tecnologia em antenas sendo produzidas com uma máquina de costura?

NASA desenvolve roupa espacial capaz de gerar gravidade própria

Nova tecnologia mantém a pressão exercida pela atmosfera da Terra e evita problemas de saúde entre os astronautas.

 (Fonte da imagem: Draper Laboratory)
O Draper Laboratory iniciou em agosto deste ano o desenvolvimento de uma nova roupa espacial que tem o objetivo de evitar doenças causadas pela ausência de gravidade no espaço. Desenvolvido a partir do programa Inovative Advanced Concepts (NIAC) da NASA, o equipamento é capaz de dar mais estabilidade aos movimentos dos usuários, exercendo pressão semelhante à da atmosfera da Terra.
A adição de uma resistência extra deve ajudar os astronautas a se acostumar melhor com o espaço, evitando problemas de coordenação motora comuns em ambientes com baixa gravidade. A roupa virá equipada com uma unidade de medição e um giroscópio, responsáveis por aumentar ou diminuir a resistência conforme o ambiente em que o usuário trabalha, seja dentro da aeronave ou no espaço.
A nova tecnologia também deve ter aplicações fora do espaço, ajudando a readaptar astronautas ao ambiente terrestre após o fim de longas missões. Além disso, o traje deve auxiliar no tratamento de vítimas de derrames, idosos, ou pessoas que sofreram danos graves ao cérebro ou à espinha dorsal.

Projeto para o futuro

O time de desenvolvedores do Draper Laboratory pretende terminar em 2012 um protótipo que exibe a capacidade da nova tecnologia em um braço humano. A expectativa é de que, caso haja recursos suficientes, o projeto esteja pronto para uso em largo escala em um período que vai de 5 a 10 anos.

NASA estuda projeto para comunicação interplanetária de alta velocidade

Utilizando transmissão por laser, agência espacial norte-americana planeja melhorar a qualidade da comunicação espacial.



 (Fonte da imagem: Reprodução / NASA)
A transmissão de imagens pelo espaço sofre muitos atrasos por utilizar ondas de radiofrequência. Em distâncias muito longas (entre planetas, principalmente), podem ocorrer delays e até mesmo falhas no sinal da transmissão, por isso a NASA está estudando formas de substituir a tecnologia de radiofrequência por transmissões a laser.
O Laser Communication Relay (ou LCR) permitiria uma transmissão de muito mais velocidade e qualidade no sinal. Estima-se que, com o novo padrão, a largura da banda garantiria até 100 vezes mais rapidez no envio de dados. Em termos práticos, a nova tecnologia possibilitaria a conexão em tempo real com outro planetas (como Marte e quaisquer outros que venham a ser explorados).
Os testes só poderão ser feitos em 2015, quando a NASA estiver com todos os satélites, transmissores e receptores em seus devidos lugares. Caso os experimentos mostrem bons resultados, será possível assistirmos a imagens em alta definição diretamente de Marte, por streaming, em tempo real.

domingo, 24 de julho de 2011

Lixo espacial não oferece risco para Atlantis e a Estação Espacial



Lixo espacial não oferece risco para Atlantis e a Estação Espacial

La basura espacial no representó una amenaza para el Atlantis y la estación espacial 
Imagem: Atlantis e a Estação Espacial Internacional no domingo. Crédito: NASA TV
Por Ian O’Neill
Quarta, 13 de julho de 2011
ATUALIZAÇÃO (11 de julho): A NASA anunciou, no dia 11 de julho, que o lixo espacial proveniente de um satélite russo não seria uma ameaça para a estação espacial, o ônibus espacial ou os astronautas em órbita: “O Controle da Missão confirmou que vestígios de lixo espacial não serão uma ameaça para a Estação Espacial Internacional e para o ônibus espacial Atlantis”, disseram oficiais da NASA. “Não será necessário fazer ajustes na parte externa da nave para evitar o choque com os fragmentos”.

POST ORIGINAL: Se a tripulação da última missão da Estação Espacial Internacional pensava que o cosmos daria um desconto por estarem fazendo história, estava enganada. A NASA monitorou uma parte de um satélite russo inativo que está girando em torno do planeta e que poderia ter se aproximado demais no momento da caminhada espacial prevista para a última terça-feira, de acordo com anúncio do site Space.com. Supervisores da missão assessoraram o satélite e, caso fosse necessário, poderiam ter optado por usar o empuxo externo da nave para afastar toda a estação espacial da ameaça. Projeções apontavam que o lixo espacial, proveniente de um satélite russo lançado em 1970, ficaria mais próximo da estação às 12h59 do dia 12 de julho, momento em que os astronautas da estação espacial Ron Garan e Mike Fossum estariam trabalhando no lado externo da estação.
No mês passado, outra possibilidade de choque com um fragmento de lixo espacial fez com que todos entrassem em estado de alerta e que a tripulação da Estação Espacial Internacional se abrigasse em cápsulas espaciais Soyuz, caso o pior acontecesse. Os destroços passaram a 250 metros da estação. Dessa vez, no entanto, os supervisores da missão tiveram tempo para fazer cálculos e decidir se uma manobra de desvio seria necessária.
“Com toda a certeza, isso não iria interferir na missão espacial”, disse, LeRoy Cain, chefe da equipe de supervisão de missão do Atlantis, no último domingo.
O lixo espacial é uma preocupação para futuras viagens espaciais. Há um número cada vez maior de satélites inativos, partes de foguetes, e outros resquícios da Era Espacial que oferecem risco enquanto percorrem aórbita terrestre. Mais de 22 mil pedaços de detritos espaciais são constantemente recolhidos. “Não é incomum”, continua Cain. “Tem muito lixo em órbita. Temos um sistema muito bom para saber onde estão esses detritos e como evitá-los, caso seja necessário. Não é incomum ter de lidar com eles”.
Todos ficamos de dedos cruzados para que o pedaço de satélite inativo não passe perto demais da estação espacial. Mas mesmo que isso aconteça, a Atlantis estará próxima para ajudar.

Missão da Nasa vai tentar descobrir indícios de vida em cratera marciana



Ilustração mostra o veículo-robô Curiosity sobre a superfície de Marte. Equipamento já está na Flórida e deve ser lançado rumo ao planeta vermelho no fim deste ano/ Divulgação
RIO - No fim deste ano, a Nasa vai lançar a sonda Curiosity em direção à cratera Gale, a mais profunda de Marte, para tentar descobrir indícios de vida no Planeta Vermelho. A cratera tem 154 quilômetros de diâmetro e uma montanha mais alta que o Monte Rainer, um dos mais altos dos Estados Unidos, com 4392 metros de altura.
Durante uma primeira missão com duração de um ano marciano - aproximadamente dois anos na Terra - pesquisadores vão usar ferramentas de exploração para estudar se a superfície tinha condições ambientais favoráveis para manter vida microbiana e para preservar indícios de uma suposta vida que já tenha existido.
- A Curiosity não só irá nos proporcionar uma riqueza de dados científicos importantes, como vai servir como uma missão precursora para a exploração da vida no Planeta Vermelho - disse Charles Bolden, administrador da Nasa.
Jim Green, diretor da Divisão de Ciência Planetária da Nasa em Washington, explicou a escolha da cratera:
- Cientistas identificaram a Gale como a primeira escolha geográfica para perseguir os objetivos ambiciosos dessa nova missão. O local oferece uma paisagem visualmente dramática e também um grande potencial para descobertas científicas significativas.


Nasa buscará sinais de vida em cratera marciana

A Nasa já escolheu a cratera em Marte para onde enviará o jipe-robô Curiosity. O veículo de exploração equipado com um laboratório terá como missão buscar sinais de vida no planeta vermelho.
O Curiosity, que custou US$ 2,5 bilhões, vai explorar a cratera Gale. Nesse local, onde existe uma montanha, os pesquisadores estudarão a argila e os depósitos de sulfato situados em vários níveis de altitude.
"O local oferece uma paisagem visualmente espetacular, mas também um grande potencial de descobertas científicas importantes", disse Jim Green, diretor da divisão da Nasa (agência espacial americana) encarregada do estudo de planetas, com sede em Washington.
JPL-Caltech/Nasa/France Presse
Ilustração do Curiosity já em solo marciano; o jipe-robô de pesquisa será enviado a Marte no final deste ano
Ilustração do Curiosity já em solo marciano; o jipe-robô de pesquisa será enviado a Marte no final deste ano
Os pesquisadores não esperam que o jipe-robô --cujo nome oficial é MSL (sigla em inglês de Laboratório de Ciência de Marte)-- descubra seres vivos, e sim sinais que demonstrem a existência de vida microbiana e água nas profundidades do lugar a ser analisado.
A Nasa, que já enviou dois jipes-robôs --o Spirit e o Opportunity-- para explorar a superfície de Marte, espera enviar uma missão com tripulação antes de 2030.
O lançamento do Curiosity está previsto para o fim deste ano e sua chegada ao planeta deve ocorrer por volta de agosto de 2012.
O anúncio do destino exato do Curiosity chega 35 anos depois da primeira aterrissagem de uma máquina em Marte, a sonda Viking 1, em março de 1976.
JPL-Caltech/ASU/Nasa/France Presse
Imagem da cratera Gale, para onde será enviado o jipe-robô Curiosity; pesquisa vai buscar vida microbiana
Imagem da cratera Gale, para onde será enviado o jipe-robô Curiosity; pesquisa vai buscar vida microbiana
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